domingo, 3 de abril de 2011

117.


Creio que só seremos capazes de amar realmente alguém quando descobrirmos as fronteiras entre o amor próprio e a compaixão. Um grande borrão sentimental dividindo a apatia e a demasia; amor próprio excessivo ou, por outro lado, um sentimento detestável interno. Desse modo, se encontrarmos o meio-termo entre os limites que compreendem o que somos capazes de sentir por nós mesmo e pelos outros, encontraremos então o amor. Irónico que a chave para a loucura (amor extremo) seja tão somente uma linha insípida; um ponto intermediário incolor sobriamente moderado, não é?

9 comentários:

nés, disse...

concordo tanto tanto tanto tanto tanto.
se não soubesse que tinhas sido tu a escrever isto, jurava que tinha sido arrancado da minha alma.

Margarida C' disse...

adorei :)

luisinha disse...

oh... é nisto que penso todos os dias. tiras-me as palavras assim. tal e qual.
e que encontros estes que me adocicam os dias! :)

luisinha disse...

Ohhh!!! e eu que comentei mesmo com a margarida querida dos caracóis que estava comigo, que és um doce de alma. que coisa inexplicável. e é assim que quero que fique. Maria Estrela

luisinha disse...

*.* ohhhh um abraço apertado, bem bem apertado!

Patrícia Costa disse...

Espero mesmo que nestas férias estejamos juntas Maria** E para a proxima quero mesmo ir. Seria, fantastico.
E ja nao existem palavras para descrever tudo 'isto'.
Um grande Adoro-te

nés, disse...

«pareces-me sempre casa» foi das coisas mais bonitas que já me disseram.

Margarida disse...

É verdade. É muito mau quando não sabemos distinguir esse amor próprio da tal dito compaixão. Está lindo Maria*

Maria Francisca disse...

pow pow